Política

PARLAMENTO: Relação do ex-líder do Governo de Rondônia na ALE ‘‘azeda’’ de vez com denúncia no Plenário envolvendo gestão Rocha

Eyder Brasil, do PSL, alegou que o Executivo estadual teria dispensado licitação para contratar empresa de um homem preso durante operação da Polícia Federal (PF)

Porto Velho, RO – A relação ente o ex-líder do Governo de Rondônia na Assembleia (ALE/RO), Eyder Brasil, do PSL, e o chefe do Executivo, Coronel Marcos Rocha, sem partido, “azedou” de vez.

Brasil, que pulou do barco após ter sido preterido como candidato do Palácio Rio Madeira à Prefeitura de Porto Velho nas eleições 2020, já deu bordoadas no antigo parceiro de vida política.

Por exemplo, quando seus servidores fizeram corpo numa manifestação em frente à sede do Poder cobrando a flexibilização da quarentena a despeito dos avanços do Coronavírus (COVID-19/SARS-CoV-2).

RELEMBRE
Servidores do Gabinete de Eyder Brasil usam carro de som para protestar em frente ao Palácio Rio Madeira contra a quarentena

Agora, no Plenário da Casa de Leis, o parlamentar abordou a contratação direta patrocinada pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejus/RO), hoje comandada por Marcus Rito, com a empresa Sabor a Mais.

A contratação direta, com dispensa de licitação, teria ocorrido, de acordo com o deputado, durante o feriado de Páscoa.

O empreendimento em questão, prosseguiu o membro da ALE/RO, pertence a um dos presos durante a Operação Dúctil, desencadeada pela Polícia Federal (PF).

Numa postura morde-assopra, no entanto, fez questão de amenizar o lado do antigo aliado Marcos Rocha colocando um ponto de interrogação na eventual participação do governo no fato relatado.

“A secretaria [Sejus/RO] se aproveitou do decreto de calamidade e fez um processo emergencial milionário. Quero acreditar que o governador não tem consciência da situação que está acontecendo”, anotou.

Brasil pediu a suspensão imediata do contrato e colocou como hipótese a necessidade de se afastar a equipe de licitação da pasta, que, ainda na visão dele, teria feito “vista grossa”.

O deputado solicitou intervenção do próprio governo, como quem pedisse auditoria interna a respeito da situação, e também do Ministério Público de Contas (MPC) e Tribunal de Contas (TCE).

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Fonte: Por Rondoniadinamica

Da Redação do hojerondonia

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