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Tráfego de carretas e bitrens na BR-319 desafia manutenção da estrada aberta ao tráfego; ação pode atrapalhar reabertura da rodovia Porto Velho-Manaus




PORTO VELHO (RO) – Não se trata de reforço nem de “trocar seis por meia dúzia”, a chegada de 109 policiais rodoviários federais à regional da PRF, porque a área de atuação da superintendência regional do órgão é muito grande e muitos dos que estão chegando serão substitutos dos que, já com tempo vencido, deverão ser transferidos, além da falta de melhores condições para atender toda a demanda.

Daí que não haverá, portanto, um incremento de efetivo que vislumbre uma melhora em nossa capacidade operacional na região., e esses dois fatores causam impacto na ação repressiva a abusos de madeireiros ilegais, traficantes e veículos supercarregados em estrada como a BR-319, conforme questionou este expressaorondonia.

A informação é da Comunicação da PRF rondoniense, e no caso de empresas e fazendeiros que usam na BR-319, no trecho crítico ainda sem asfalto e tomado pela lama e buracos, cargas muito superiores às permitidas pela legislação, bitrens e carretas com vários eixos, é um entrave à manutenção da rodovia aberta.

A nota da PRF diz que, apesar de todos os problemas de estrutura, “quanto ao excesso de peso, tanto o DNIT quanto a PRF podem fiscalizar. O DNIT tem realizado constantemente ações de fiscalização em Humaitá e a PRF, apesar das dificuldades com relação à falta de efetivo naquela localidade, tem orientado as ações dos seus agentes para coibir o desrespeito a legislação de trânsito, tanto o efetivo ordinário, quanto os convocados para operações no Amazonas”

A nota explica que a área de atuação da PRF de Rondônia, no tocante à BR 319, na área do Estado do Amazonas, vai até o Km 656 (trevo de acesso a Lábrea/Manaus), “portanto ocorrências no trecho do Careiro até o Km 656 deve ser direcionada a Superintendência do Amazonas”.

A informação da PRF citando ainda que “a portaria número 5794/DNIT/SRE-AM, de 13 de outubro de 2020, proíbe  o tráfego de veículos com PBTC – Peso Bruto Total Combinado – acima de 23 toneladas neste trecho da BR 319”, acrescentando que esta fiscalização é feita pela PRF, tanto do Amazonas quanto de Rondônia, “mas conforme nossa capacidade operacional”, estando esta atividade de fiscalização determinada para a rotina operacional dos nossos policiais.

Sobre a possibilidade da implantação de uma unidade da PRF na localidade de Realidade, isso “passa pela possível pavimentação da BR 319 e uma reestruturação das nossas unidades, retornando aquela circunscrição para a Superintendência do Amazonas. O que está em nosso planejamento é a intensificação da fiscalização aos crimes ambientais no Amazonas e consequentemente garantir a segurança viária nas rodovias federais”.

www.exressaorondonia.com.br

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